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11/09/2018   

Beto Richa, Fernanda Richa, suplente do Alvaro Dias e uma cambada são presos no Paraná

PF e  GAECO botam na cadeia os ladrões descarados, Beto Richa, Fernanda Bandidinha Richa, Joel Malucelli suplente senador ao Alvaro Botox Dias e uma cambada de jaguaras.

Curiosamente, Cida Borghetti (PP) e Ratinho Jr (PSD) agora criticam Richa mesmo tendo entre os presos alguns velhos conhecidos, tudo, pra tirarem o rabo deles da reta.

Mais tardar maiores informações sobre a relação de cada um dos meliantes com os atuais candidatos a governo do Paraná.

REUTERS -  O político foi preso no âmbito de uma investigação do MP do Paraná sobre o programa Patrulha Rural, implantado para ampliar o policiamento em áreas rurais com viaturas 4x4, segundo o Ministério Público.

Também foram expedidos mandados de prisão para a mulher de Richa, um irmão do ex-governador e outras pessoas suspeitas de envolvimento em irregularidades no âmbito do programa, disse um representante do MP do Paraná por telefone.

A assessoria de imprensa de Beto Richa informou que estava aguardando orientações dos advogados antes de se pronunciar.

Também nesta terça-feira, o ex-chefe de gabinete de Richa foi alvo de mandado de prisão no âmbito da operação Lava Jato por um outro esquema de corrupção, este envolvendo suspeita de pagamento de propina por parte da empreiteira Odebrecht a agentes públicos e privados do Paraná no ano de 2014, quando Richa era o governador.

De acordo com o Ministério Público Federal e a Polícia Federal, a empreiteira fez pagamentos irregulares de ao menos 4 milhões de reais em contrapartida ao possível direcionamento do processo licitatório para investimento na duplicação, manutenção e operação da rodovia estadual PR-323.

Nessa ação, a Justiça Federal expediu 36 mandados judiciais a serem cumpridos nas cidades de Curitiba, Lupianópolis (PR), Colombo (PR), Salvador e São Paulo, sendo três mandados de prisão, todos em Curitiba.

Além do ex-chefe de gabinete de Richa, também foram expedidos mandados de prisão contra um empresário apontado pelas autoridades como operador financeiro do ex-governador e um braço direito desse suposto operador.

“O objetivo é aprofundar as investigações sobre a prática de crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e fraude à licitação referentes à duplicação da PR-323, favorecendo a empresa Odebrecht”, disse o MPF em comunicado.

“As evidências mostraram que, no final de janeiro de 2014, executivos da Odebrecht procuraram o então chefe de gabinete do governador e solicitaram apoio para afastar eventuais concorrentes interessados na licitação da parceria público-privada (PPP) para exploração e duplicação da PR-323”, acrescentou.

A Odebrecht, que fechou acordos de leniência e delação premiada em que admitiu ter cometido diversas irregularidades e aceitou pagar multas milionárias no âmbito da Lava Jato, não respondeu de imediato a um pedido de comentário sobre a operação deflagrada nesta terça-feira.






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