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19/07/2018   

Prefeitura de Ponta Grossa não consegue limpar e organizar o próprio almoxarifado

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Essa é a prefeitura de Ponta Grossa, que cobra limpeza de lotes dos munícipes mas sequer limpa e organiza o próprio almoxarifado. VERGONHA! 

Na última quarta-feira 19-7, o vereador Doutor Magno (PDT) utilizou a tribuna da Câmara Municipal de Ponta Grossa (CMPG), para denunciar o descaso e as más condições que se encontra o Almoxarifado Central. Em seu pronunciamento, ele relata que há dois meses procurou a Secretaria Municipal de Saúde, mas nenhuma atitude foi tomada. Por isso, resolveu demonstrar em imagens como está a situação do local.

De acordo com o parlamentar, logo na entrada é possível verificar a falta de segurança, onde não há um guarda, câmeras, cerca elétrica, enfim não tem nada que proteja o depósito que abriga diversos materiais caros e custosos para a prefeitura. “Você entra lá a hora que quiser, como quiser, pois não há vigilância nenhuma e absolutamente nada. Então essa é a primeira questão que quero falar – a da segurança, pois só durante este ano assaltaram quatro vezes o almoxarifado”, revela.

Dr. Magno também criticou o armazenamento dos prontuários. “Nós temos que guardar documentos médicos durante 20 anos, isso é lei, e estão desse jeito com água caindo em cima, ratos comendo prontuários e sujeiras. Isso é um pavio de pólvora, basta jogar uma butuca de cigarro que isso vira uma fogueira”, exclama. “Acho que é uma situação que quando trouxe não entenderam a gravidade, por isso hoje trago essas fotos com toda essa degradação”, explica. 

O vereador ainda citou que há pessoas trabalhando em condições insalubres. “Além do piso estar extremamente sujo, são depositados insumos que, mesmo que não haja contato direto, qualquer vento faz subir os resíduos que podem contaminar todo o local”, evidencia.

Segundo ele, não adianta falar em fazer uma nova reforma, pois foi feita uma há cinco anos e olha o estado que está, ou seja, o que precisa é uma manutenção e fiscalização. “Uma coisa que me deixa indignado é que a vigilância sanitária não é tão rigorosa com as instituições municipais como é com as outras, sendo extremamente relapsa.  Simplesmente é colocado uma venda nos olhos. Não faz seu serviço de casa, mas cobra dos outros”, conclui.
 





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