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11/09/2018   

Partido não quer deixar Mourão substituir Bolsonaro em atos de campanha

E a coisa começa a dar no que a esquerdalha quer.

Falta de cabeça, juízo e claro um pouco de 'cegueira pelo poder', ERRO GIGANTESCO DE ESTRATÉGIA, numa hora que não se pode brincar de maneira alguma.

Os internautas seguidores do Bolsonaro e do Mourão discordam dessa estratégia do PSL.

Os cacíques do partido do Bolsonaro (PSL) não querem deixar o Vice-General Mourão substituir o Bolsonararo em atos de campanha.

Os filhos Eduardo e Flávio foram atrás dos militares, ignorando o partido.

O cisma está aberto.

Bolsonaro se recupera rápido, dizem os médicos, mas não tão rápido a ponto de voltar e evitar o pior, a cisão total e a derrota já no 1º turno, SE CONTINUAREM COM ESSAS BABOSEIRAS.

Essa não é hora de briguinha. O tempo urge.


DIZ O ANTAGONISTA COM INFORMAÇÕES DE O GLOBO

O Globo informa que Flávio e Eduardo Bolsonaro decidiram procurar os militares que apoiam o pai para tratar de detalhes da campanha daqui para frente.

O jornal diz que “o afastamento do presidenciável das ruas levou a uma divisão entre os militares e os controladores do PSL. Os militares tentam dar protagonismo ao vice, general Antônio Hamilton Mourão (PRTB), o que desagrada integrantes do partido”.

Ficou acertado, ainda segundo a reportagem, que Mourão não vai participar de eventos como substituto de Bolsonaro. Além disso, Flávio e Eduardo vão se concentrar em suas campanhas.


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