FCS Brasil
O Iluminista
09/01/2015   

2015, um ano de certezas incômodas.

De: Eric Balbinus de Abreu, do blog O Reacionário.

2014 foi um ano realmente difícil sob vários aspectos. Foi um ano de tragédias naturais, de perdas lamentáveis e de fatos inéditos e inusitados. Foi ano de uma tragédia no futebol que jogou uma pá de cal no orgulho que os brasileiros tinham de seu futebol e ainda sepultou o sonho de um título mundial em casa da maneira mais dolorosa possível. A malandragem e a malícia tupiniquim perderam de maneira vexatória para a organização e disciplina germânicas.

Foi também o ano em que o país viu sua economia acuada pelo fantasma da inflação há muito adormecido, e o ano em que o governo inconsequente precisou subornar parlamentares com uma verba de R$ 748 Mil para que sua irresponsabilidade fiscal fosse aprovada pelos que deveriam zelar justamente pela responsabilidade fiscal. Também foi o ano da enxurrada de denúncias de corrupção na Petrobras, considerado o maior escândalo da historia em um governo democrático. E com fins nada democráticos, tendo em vista que o esquema tinha por finalidade abastecer as campanhas milionárias do PT e garantir por meio da propaganda que o partidão continuasse no poder enquanto a máfia por trás da legenda não fosse descoberta.

O estelionato eleitoral foi levado às ultimas consequências, sobretudo por conta da possibilidade de que o povo colocasse fim a orgia dos ditos representantes dos trabalhadores com a coisa publica. Foi por isso que as lideranças do PT e seus marqueteiros não se constrangeram em abrir a caixa de Pandora do discurso do ódio e da divisão para vencer a eleição mais disputada da história da Republica, jogando ricos contra pobres, nordestinos contra paulistas, brancos contra negros, o nós contra eles. A primeira vítima foi a sonhática Marina Silva, que caiu de paraquedas na disputa depois da trágica morte de Eduardo Campos. Como não soube enfrentar a artilharia petista, Marina deu lugar a Aécio Neves no segundo turno. O tucano sim soube reagir melhor, usando o desejo de mudança da maioria dos brasileiros a seu favor. Mas foi uma disputa desigual, uma vez que o PT agiu como a quadrilha bolivariana de sempre, usando até os Correios para largar na frente, além da suspeita recusa por parte do presidente do TSE Antonio Dias Toffoli, de auditar as urnas eletrônicas. Junto com a cadeira da presidência, conseguiram destruir amizades, separar casais e dividir a até então harmônica sociedade brasileira. A tática do dividir para conquistar tem seus custos. A propósito, que fique o registro: essa ultima vitória petista foi fruto da campanha mais baixa e com a apuração mais suspeita da história da Republica. “Nunca antes na história do país” um partido aliado estrangeiro havia parabenizado uma sigla vitoriosa três dias antes das eleições, prevendo até a porcentagem supostamente obtida nas urnas – como fez o partido guatemalteco Alternativa Nueva Nación, parabenizando Dilma antes mesmo do primeiro eleitor registrar seu voto. Seria um dos raros casos de clarividência? A conferir.

Pouco depois foi tempo de a presidente sacramentar o seu estelionato eleitoral, tomando as mesmas medidas de que acusou os seus adversários de planejarem, como mexer nos direitos trabalhistas triplicando o tempo de carteira assinada necessário para obter o beneficio do seguro-desemprego, cortando pensões de viúvas e tramando ainda aumentos de impostos para tapar os buracos que ela mesma provocou nas contas públicas. Isso sem contar os ajustes que poderão sair das canetadas do novo ministro da Fazenda Joaquim Levy, que por ironia ou simples cara de pau, era da equipe de Aécio Neves.

O que o PT conseguiu foi colocar em xeque o futuro do povo brasileiro, pois além da péssima condução da economia o partido levou adiante no ano de 2014 a sua agenda de hegemonia cultural e politica, planejando se colocar como força absoluta no país destruindo as pontes que garantem a democracia e a saudável oxigenação da sociedade através da alternância de poder. Usou o dinheiro público para fortalecer sua blogosfera aliada enquanto usava o mesmo para chantagear veículos tradicionais e enfraquecer a principal publicação oposicionista. Além é claro, de usar os seus lacaios da Esgotosfera governista para constrangerem os veículos de mídia chamando-os de beneficiários do erário publico, quando é a quadrilha vermelha que se intitula partido quem cria toda essa situação. Felizmente as ações temerárias da camarilha suscitaram a indignação de brasileiros de todos os cantos do país, e surgem movimentos de moralização politica como o MBL e o partido Novo, que há um só tempo propõe a moralização da vida pública e um novo modelo de gestão publica baseado no Estado Mínimo, no combate a corrupção e na oposição maiúscula ao partido do governo. Surge no horizonte do Brasil um movimento opositor Genoíno, vocalizado não só pelos milhares que foram as ruas pedir seriedade na condução da Operação Lava-Jato como também a punição dos envolvidos e o impeachment da presidente por crime de responsabilidade por conta da delação do doleiro Alberto Yousseff e do ex-diretor Paulo Roberto Costa. Isso é muito mais do que o principal partido de oposição, o PSDB, fez nos últimos 12 anos.

É importante salientar que nesse ano tivemos algumas vitórias. Não só as manifestações anti-PT como também a atuação heroica de parlamentares como Ronaldo Caiado, Onyx Lorenzoni, Izalci Lucas e Jair Bolsonaro foram dignas de louvor. Esse ano de 2015 promete ser ainda mais positivo, com a composição parlamentar mais conservadora desde 1964. Também devemos fazer menção aos vexames protagonizados pelo partido do governo, como as fragorosas derrotas sofridas em estados como São Paulo, Rio Grande do Sul, Paraná e Distrito Federal, a manifestação convocada em apoio a presidente que reuniu apenas setenta gatos pingados no vão livre do MASP e a posse presidencial em que se esperavam sessenta mil, mas foi teve apenas seis mil de plateia, uma clra demonstração do esgotamento do petismo.

Diferente de 2014, quando o partido se beneficiou do calendário e da maioria para manobrar os acontecimentos ao seu favor, em 2015 o PT terá que enfrentar um Congresso hostil que quer de qualquer maneira, trazer ao conhecimento público as decisões secretas da Petrobras em prol do caixa do partido. E como profetizou o Senador Magno Malta, será o ano em que o PT terá que arcar com a desordem que provocou na administração pública. Fosse Aécio o candidato vencedor, ele enfrentaria enormes dificuldades tendo que pagar a conta de terceiros. Com a vitória de Dilma, não haverá perdão para o PT. O PT fez a cama, e agora Dilma terá de se deitar nela, tendo que arcar com a impopularidade das medidas econômicas que se farão necessárias e com o furor dos que pedem justiça e o fim do avanço do bolivarianismo no Brasil. Diante das várias incertezas, a certeza incômoda que temos é que 2015 será um ano difícil, porém decisivo para o futuro do país.



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Somos realistas e meritocratas, apenas isso. As grandes coisas feitas pela humanidade não seriam possíveis, sem trabalho, esforço, sangue, suor, Meritocracia. Jamais! O socialismo, o comunismo e todos os sistemas políticos e filosóficos já ultrapassados [+]Leia Mais

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