FCS Brasil
O Iluminista
27/02/2014   

Internauta diz que Rangel parece o menino maluquinho fazendo travessuras com o dinheiro público

(Imagem: charge de internautas a circular pelas redes sociais de Ponta Grossa).

Rangel bate-boca com internautas e tenta abafar os absurdos da taxa de lixo de IPTU.

"Esse prefeito é a maior decepção da história política de Ponta Grossa. Infelizmente, ele ainda tem quase mais 03 anos inteiros para afundar ainda mais a cidade. Esse rapaz devia parar de brigar na internet, de falar bobagens nas rádios, de mentir para o povo e ir trabalhar, será que ele acha que ainda está na Assembléia onde se come bolo e toma café o dia todo? Parece até o menino maluquinho fazendo travessuras, só que com o dinheiro público! Veja nossa taxa de Lixo? Nosso Iptu, nossa saúde? Isso é inadimissível! Se a maioria dos vereadores não fossem uns vendidos e cúmplices dessa bagunça, já teriam cassado esse piá", disse um internauta, advogado, de 69 anos de idade, morador e eleitor de Ponta Grossa, em uma comunidade sobre política da cidade.

Só esta declaração acima já mostra como não anda a cidade de Ponta Grossa.

Batendo boca na internet

O fato é que, além de um prefeito fraco, Marcelo Rangel (PPS) está muito, mas muito mal assessorado e, diga-se de passagem, essa assessoria de quinta categoria custa os olhos da cara para o povo pontagrossense, porque são dezenas de assessores.

Leia: jovem denuncia assessor de Rangel à polícia

Inclusive, há boatos de que alguns desses fiéis escudeiros são incumbidos de ficar o dia todo 'fiscalizando', marcando como spans e 'criticando' os adversários nas redes sociais, sem falar de 'supostos espiões' que vivem na câmara e pelas ruas com marcação cerrada sobre vereadores e adversários.

E depois de inventar invasão que não foi invasão e outros vários tiros no pé, mesmo avisado pelo povo para sair da rádio e ir trabalhar, o piazão continua com suas travessuras. Desta vez, se envolveu com um bate boca na internet onde se acusou um cidadão de ser fake e o vereador Pietro Arnaud.

O acusado de ser fake que não é fake, disse que vai processar Rangel e seu assessor que os caluniaram. Já Pietro também exigirá reparações em juízo contra o desgovernador municipal.

REVEJA AS TRAVESSURAS DO PREFEITO MENINO MALUQUINHO DE PONTA GROSSA: LINKS

SÓ LEMBRANDO A QUEM INTERESSAR:

A publicação de reportagem ou opinião com crítica dura e até impiedosa afasta o intuito de ofender, principalmente quando dirigida a figuras públicas.

Com esse fundamento, o ministro Celso de Mello, do STF, acolheu recurso da Editora Abril contra condenação do TJ-DFT que a obrigava a indenizar em R$ 10 mil o ex-governador Joaquim Roriz por danos morais.

“Não caracterizará hipótese de responsabilidade civil a publicação de matéria jornalística cujo conteúdo divulgar observações em caráter mordaz ou irônico ou, então, veicular opiniões em tom de crítica severa, dura ou, até, impiedosa, ainda mais se a pessoa a quem tais observações forem dirigidas ostentar a condição de figura pública, investida, ou não, de autoridade governamental, pois, em tal contexto, a liberdade de crítica qualifica-se como verdadeira excludente anímica, apta a afastar o intuito doloso de ofender”, afirmou o ministro do STF.

Raras vezes ações reparatórias por dano moral chegam ao Supremo - os recursos extraordinários são brecados na origem e os agravos de instrumento não têm sucesso.

Na avaliação de Celso de Mello, a liberdade de imprensa é uma projeção da liberdade de manifestação do pensamento e de comunicação, e assim tem conteúdo abrangente, compreendendo, dentre outras prerrogativas, o direito de informar, o direito de buscar a informação, o direito de opinar e o direito de criticar.

"Dessa forma, o interesse social, que legitima o direito de criticar, está acima de eventuais suscetibilidades das figuras públicas" - afirma o julgado. As informações são do saite Consultor Jurídico, em matéria assinada pelo jornalista Elton Bezerra.

No caso julgado, o ex-governador do Distrito Federal Joaquim Roriz ingressou com ação contra a Editora Abril e o jornalista Diego Escosteguy, por causa de uma matéria publicada em dezembro de 2009.

O texto compara Roriz ao personagem Don Corleone, do filme "O Poderoso Chefão", e afirma que ele pode ser o homem que teria ensinado José Roberto Arruda, ex-governador do DF, a roubar.

Ao julgar a ação procedente, o TJ-DFT entendeu ter havido “clara a intenção do veículo de comunicação e do responsável pela matéria de injuriar e difamar, com ofensa à honra e à moral, excedendo os limites da liberdade de imprensa”.

Para o ministro Celso de Mello, porém, "a crítica faz parte do trabalho do jornalista". (Recurso extraordinário com agravo nº 722.744).

"No contexto de uma sociedade fundada em bases democráticas, mostra-se intolerável a repressão estatal ao pensamento, ainda mais quando a crítica revele-se inspirada pelo interesse coletivo e decorra da prática legítima de uma liberdade pública de extração eminentemente constitucional".

(Texto principal redigido por Emerson Luiz Rodrigues, editor/blogueiro do FCS Brasil - Conexão Campos Gerais).

 

 

 



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