FCS Brasil
O Iluminista
30/07/2013   

A FESTA DO FEIJÃO PRETO E A FESTA DO FEIJÃO PERDIDO

Em Prudentópolis, isso já tem algum tempo, existe a Festa Nacional do Feijão Preto (FENAFEP) que em 2013 chega a sua 4ª edição e a festa do feijão perdido. Como assim?

Pois bem, a Fenafep é aquela festa famosa que projetou a imagem de uma cidade sem problemas, maravilhosa, quase perfeita para se morar, cheia de belezas naturais com o turismo evoluindo como nunca se viu na história do Centro Sul do Paraná, com investimentos em transporte de qualidade, saúde, segurança, com empregos de montão, que pagam os melhores salários do Brasil e os direitos trabalhistas são respeitados. Essa festa, projetou a imagem de uma cidade mega produtora de maracujá e outros produtos além do Feijão Preto, com indústrias que estão se instalando (e nunca se instalam), uma cidade com acessos e estradas (tanto na cidade como no interior) 'bem' construídas e 'bem' sinalizadas, cujas mesmas não apresentam 'nenhum perigo' para a população e para os visitantes que poderão circular por todos os 2.307,897 km² de Patos Velhos à Jaciaba, do Tijuco Preto à Queimadas, sem qualquer problema, inclusive, quando chove a drenagem e as barreiras de contenção dão a todos a possibilidade de observar os rios bem de perto. Essa, a festa, que projetou uma Prudentópolis 'inacreditável', com uma rede de hotelaria e um comércio preparados para receber os turistas brasileiros e estrangeiros da Copa do Mundo, das Olimpíadas e outros eventos que ocorrerão nos próximos anos, com atendimento bilíngue, trilíngue e talvez até poliglota como se espera de uma cidade turística 100% 'bem organizada'. Inclusive, diante de tantas maravilhas, muitos políticos fervem a cuca e não conseguem entender como uma cidade tão perfeita pode ter tantas pessoas, milhares delas indo embora em busca de uma vida melhor?! Para esses políticos geniais, as pessoas que saem de Prudentópolis, um paraíso que é, são loucas varridas e eles custam entender, afinal está tudo certo, certíssimo...

Isso é a Festa Nacional do Feijão Preto, um grande evento com muitos shows e que atraem milhares de pessoas de Prudentópolis, do Paraná e quiçá até do Brasil.

Agora, falemos da Festa do Feijão Perdido.  para quem não sabe, os trabalhadores da construção civil, da construção de estradas, os chamados respeitosamente 'peões' usam o termo "Feijão Perdido", entre outras coisas, (depende de como cada um interpreta), para designar aquele 'caboco' (e não cabloco) que perto do patrão passa a imagem de um super trabalhador, mas é só o patrão virar as costas que o 'Feijão Perdido' volta a dar nó, fazer corpo mole. Na maioria das vezes, o sujeito é tão 'nó', mas tão 'nó', que perde até a carona para voltar para casa depois do dia de serviço porque chega a dormir no meio do mato já que sua preguiça é enorme.

Festa do Feijão Perdido, em sí. Então, existe a Festa Nacional do Feijão Preto, aquela festa do povo e para o povo, que divulga uma cidade maravilhosa, e a Festa do Feijão Perdido que é aquela festa do Alcaide e sua 'tropa de elite' que todos conhecem, e que é envolta de suspeitas pesadas e cheia de perguntas que não calam, principalmente sobre a falta de transparência na prestação de contas, como por exemplo: 1º de onde sai o dinheiro para pagar tudo? Shows? Contratação de empresas de divulgação? Aparições 'fiasquentas' em TV´s e outros? Da prefeitura? do SOS? 2º Quanto é arrecadado com a festa, qual o retorno e para onde vai essa 'dinheirama toda'? 3º Porque até agora, não fora prestado contas de forma transparente, clara e objetiva sobre as outras edições da festa? Sem falar de outras 'tretas' que serão tratadas mais tardar.

Ou seja, o Alcaide Feijão Perdido e sua tropa de elite de feijões perdidos, quando se aproximam as eleições ou festas como a Fenafep, cujo povo é o patrão, passam a imagem de que são super trabalhadores, divulgam uma cidade que não existe, e cuja realidade é outra: asfaltos podres, estradas ruins, desemprego tradicional, empregos ruins com salários miseráveis onde direitos trabalhistas são quase inexistentes, nenhuma indústria de verdade, turismo morto, infraestrutura para receber turistas zero, ou seja, há a Festa Nacional do Feijão Preto e a Festa do Feijão Perdido, a festa da cidade das mil e uma maravilhas e a festa da cidade em decadência. Contudo, mesmo assim, o povo gosta da festa, admira a festa, ama a festa e vai na festa, mas na verdade, enquanto o povo está na festa, quem festeja com a permissividade gritante e eufórica é o Alcaide Feijão Perdido e sua tropa de elite de feijões perdidos. Tribunal de Contas? Ministério Público? Justiça? Há boatos de que o bicho vai pegar...Contudo, só acredito vendo e olhe lá...



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Somos realistas e meritocratas, apenas isso. As grandes coisas feitas pela humanidade não seriam possíveis, sem trabalho, esforço, sangue, suor, Meritocracia. Jamais! O socialismo, o comunismo e todos os sistemas políticos e filosóficos já ultrapassados [+]Leia Mais

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