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23/04/2018   

Fachin joga recurso de Lula pra 2ª turma com Toffoli, Bocão, Lewandowski e Celso de Mello

E a 2ª turma vai decidir sobre a reclamação da relamação, já vencida, interposta pela defesa do Lula ladrão para que o mesmo não fosse preso.

Fachin negou o recurso horas antes de Lula ser preso.

A 2ª turma pode mudar tudo isso, nesse julgamento. ATENÇÃO TOTAL.

REVEJA O QUE FALAMOS SOBRE A PRESSÃO NO STF -  Ameaças e chantagens lulistas contra cúpula do judiciário? Cobradores da máfia enviados?

A defesa redarguiu, e agora o Fachin jogou a batata quente para a 2ª turma composta por ele, Fachin, Celso de Mello, Gilmar Bocão Mendes, Toffoli e Lewandowski.

O JOTA.INFO REPORTA>>> O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, liberou para julgamento na 2ª Turma o recurso da defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva contra sua decisão que negou pedido para impedir a prisão do petista. O caso, a pedido do ministro, será julgado pelo plenário virtual do colegiado.

Horas antes de se entregar para o início da execução penal no dia 7 de abril, Fachin rejeitou a reclamação protocolada pela defesa do ex-presidente contra o entendimento do Tribunal Regional Federal da 4ª Região que levou o juiz Sérgio Moro a decretar a prisão do petista. (leia a íntegra da decisão)

O ministro afirmou que o fato de ainda restarem embargos de declaração a serem apresentados não impede a decretação da prisão.

“Assim, a deflagração da execução penal na hipótese em que admissível, em tese, o manejo de novos embargos de declaração, instrumento recursal despido, ordinariamente, de eficácia  suspensiva, não contraria o ato apontado pela defesa como paradigma”, escreveu.

Na semana passada, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, enviou manifestação ao STF afirmando que “recursos para tribunais superiores não impedem que o acórdão condenatório produza seu efeito próprio e natural, como o cumprimento imediato da pena nele imposta”.

“Como todos os recursos passíveis de serem interpostos contra o acórdão do TRF4 que condenou Luís Inácio Lula da Silva à pena de prisão são, como é notório, destituídos de efeito suspensivo legal, e como tampouco se tem notícias de que a defesa do ora agravante logrou obter tal efeito por intermédio de decisão judicial, conclui-se que tal acórdão, desde a sua publicação, passou a operar seus efeitos de modo pleno”, escreveu Dodge.

Os advogados de Lula argumentaram que a reclusão de Lula não poderia ter sido decretada antes de esgotados todos os recursos no TRF4.

“Como ficou claro, no momento em que o TRF4 determinou o cumprimento antecipado da prisão não havia exaurimento da segunda instância. Ainda estava pendente a publicação do acórdão que julgou os primeiros embargos. Por isso, nesse recurso dirigido ao STF, pedimos a reconsideração da decisão que havia negado a liminar ou que o caso seja submetido à Turma, para que a ordem de prisão emitida contra o ex-Presidente Lula seja revertida”, afirmou em nota o advogado Cristiano Zanin Martins.

 





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