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03/02/2017   

Lei que permite compra de terras por estrangeiros favorecerá a Lavagem de Dinheiro

Olha as ideias do quadrilhão!

Criar uma lei específica para que estrangeiros comprem terras no Brasil é favorecer a Lavagem de Dinheiro.

Imaginem a dinheirama que foi roubada da Petrobras e do BNDES, que está escondido em paraísos fiscais, em nome de laranjas, sendo usado por esses laranjas de políticos brasileiros para comprarem terras no Brasil?

REUTERS -  Brasil pode aprovar uma lei até o fim de junho para suspender os limites a compras de terras agrícolas por estrangeiros, disse o ministro da Agricultura, Blairo Maggi, acrescentando que apoia a manutenção de algumas restrições para garantir que a terra seja usada produtivamente.

O projeto de lei, que ainda tem que ser apresentado ao Congresso, acabaria com uma proibição para a compra de grandes propriedades de terras agrícolas por estrangeiros imposta em 2010, durante o governo do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O movimento faz parte de uma série de medidas do governo para a retomada do crescimento econômico, em meio à pior recessão em décadas. (AHAM, ME ENGANA QUE GOSTO?)

"Vão ocorrer mudanças", disse Blairo Maggi em entrevista à Reuters em Brasília. Questionado se a lei poderia ser aprovada no primeiro semestre de 2017, ele disse que "poderia".

"Eu não estou preocupado com a propriedade da terra... Estou preocupado com o uso da terra", acrescentou Blairo. A lei iria, segundo o ministro, tentar evitar especulação de terras e que grandes fundos de investimentos estrangeiros comprassem grandes pedaços de terra somente para deixá-los ociosos caso os preços das commodities caíssem.

Ao invés disso, Blairo disse que reformas iriam procurar apoiar o investimento estrangeiro em produtos agrícolas com ciclos mais longos de produção como laranjas, florestas para a produção de celulose, cana-de-açúcar e café.

Restrições se aplicariam à soja, milho e outras safras que são colhidas no mesmo ano em que são plantadas. O ministro afirmou que há um apetite particular de produtores estrangeiros de papel e produtores de soja dos EUA para comprar terras brasileiras.

Mas ele descartou a ideia, proposta por alguns dentro do governo, de que pelo menos 10 por cento da terra adquirida por estrangeiros seja destinada a projetos de reforma agrária. "Não vai funcionar. Sou contra isso. É uma penalidade para a pessoa vir até aqui, uma taxa", disse ele.

Os planos de mudanças ocorrem no momento em que o Brasil busca abrir mercados, do setor de companhias aéreas ao de petróleo, enquanto grande parte do mundo parece estar se voltando para dentro. Nos Estados Unidos, uma potência agrícola rival, o presidente Donald Trump acabou com o acordo comercial Transpacifico.

"Muitas oportunidades irão se abrir agora... Essas mudanças que o presidente Trump está propondo, e a forma que está fazendo, estão interferindo em muitos mercados." (Com informações de Reurtes)

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