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05/08/2018   

Com Pauliki, Dr Magno incentiva proteção animal e busca ampliar comunidades terapêuticas em PG

Ponta Grossa-PR>>>

INCENTIVO À PROTEÇÃO ANINAL

RELEMBRE>>>  Nota Paraná pode ajudar entidades de proteção aos animais e projetos que ajudam a comunidade

A Prefeitura Municipal de Ponta Grossa deve analisar, nos próximos dias, o projeto de lei que institui a Semana Educacional Gralhinha Azul, criado pela aluna Inaiele Mendes da Luz, do Colégio Estadual Professor João Ricardo Von Borell Du Vernay. Esse projeto foi discutido e defendido pelo vereador Dr. Magno Zanellato (PDT) na Câmara Municipal. O objetivo da proposta é a conscientização quanto a Declaração Universal dos Direitos dos Animais, o qual será realizada atividades, anualmente, na primeira semana de outubro.

A ideia consiste em fomentar o combate a crueldade contra os animais no âmbito da rede pública de ensino, contando com a participação das escolas, universidades e organizações não governamentais.

“Meu ideal, em trazer o projeto para Casa de Leis, foi dar voz a aqueles que têm excelentes projetos, porém não podem trazê-los para seguir em frente. Por isso, é importante que eu como vereador faça isso, dando amparo, apoio e proposição a escola restaurativa”, explica.

Durante a semana ‘Gralhinha Azul’ serão realizadas diversas atividades integradas, interdisciplinares, extracurriculares, palestras e eventos. Segundo o parlamentar, o objetivo é que o Poder Executivo proponha atividades para que os alunos da rede municipal compreendam aspectos da declaração, assim saberão como defender os animais, além de repassarem as informações para outros.

“Nós convivemos diretamente com os animais domésticos, como cães e gatos, por isso é nosso dever zelar pela saúde e bem-estar deles, evitando qualquer tipo de maus-tratos”, alega.

Para o vereador, ideias como essa precisam de representatividade e devem ser prestigiadas. “Estamos preparando uma moção de aplauso para a aluna, que aliás já foi premiada pelo programa Geração Atitude, desenvolvido pela Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), e para o Colégio Borel”, conta.

COMUNIDADES TERAPÊUTICAS

Uma das propostas apresentadas em conjunto dos pré-candidatos a deputado estadual e deputado federal, Dr. Magno e Marcio Pauliki, prevê a ampliação nas comunidades terapêuticas do município.

A ideia é garantir total apoio aos locais que recebem pessoas com dependência química para tratamento, buscando recursos junto aos governos estaduais e federais para a manutenção e melhoria dos centros.  

As comunidades terapêuticas, normalmente em lugares mais distantes do município, são instituições privadas, sem fins lucrativos, mas que em alguns casos contam com a colaboração de órgãos governamentais e é exatamente aí que os pré-candidatos pretendem atuar.

“Precisamos reconhecer o trabalho desenvolvido pelas instituições, dando auxílios a elas e colocando em prática um espaço de diálogo para a prática de gestão compartilhada, ou seja, entre poder público e privado”, ressalta Marcio Pauliki.

De acordo com Dr. Magno, um dos focos é agregar ainda mais para as instituições que já fazem um belo trabalho sozinhas, lutando assim para conseguir um repasse sistemático e garantido mais vagas para todas as instituições dos municípios, através do Governo Estadual.  “Sabemos bem, que as comunidades realizam diversos esforços para manter os locais, reconhecemos que esse trabalho é imprescindível e cada vez mais importante. Por isso, queremos auxiliar nas dificuldades que existem na recuperação do dependente, por se tratar de algo de alta complexidade, conseguindo assim uma verba para manutenção e ampliação” explica. “Afinal, a dependência é uma doença crônica, grave e que piora com o passar do tempo, ou seja, uma questão de saúde pública que devemos cuidar”, destaca.

Desde os primeiros momentos da internação, o usuário precisa de um acompanhamento psicológico, pois dessa forma a readaptação poderá ocorrer da melhor forma. Além disso, o especialista irá também contribuir para que alguns dos distúrbios causados pela abstinência sejam aliviados. “As comunidades e os profissionais são os responsáveis pela volta do indivíduo na sociedade, uma vez que através de todo um trabalho desintoxicam, tratam e auxiliam os dependentes químicos a voltarem ao convívio social”, conclui Pauliki.





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