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18/04/2018   

TJ ignora STF, bispo e padres ladrões saem rindo da cadeia em Goiás

Depois do STF ter negado 3 Habeas Corpus aos ladrões de dízimo de Formosa-GO, o TJ-GO passando por cima do STF e do STJ, ignorando a hierarquia jurisdicional, simplesmente resolveu libertar o Bispo e os padres que passaram a mão em R$ 2 milhões do dízimo dos fiéis, conforme comprovou o MP-GO.


REVEJA>>>Bispo ladrão de dinheiro dos fiéis e comparsa pedem Habeas Corpus no STF

Ironicamente, os ladrões foram recebidos com festa pelos FANÁTICOS roubados.

Isso, é a hipocrisia da religiopatia incurável.

Vídeo de Correio Braziliense

 

CORREIO BRAZILIENSE - A Justiça goiana concedeu o habeas corpus do bispo, dos outros sacerdotes presos e dos dois empresários, apontados pela investigação como laranjas do esquema. Foram liberados o vigário-geral Epitácio Cardozo Pereira, o pároco da Catedral Nossa Senhora da Imaculada Conceição, de Formosa, Moacyr Santana, o pároco da Paróquia São José Operário, em Formosa, Mário Vieira de Brito, o pároco da Paróquia Sagrada Família, em Posse (GO), Waldson José de Melo, e dois empresários, Pedro Henrique Costa Augusto e Antônio Rubens Ferreira. 

Os sacerdotes tem, por obrigação, “proibição de se ausentarem do país ou  da comarca sem autorização judicial; comparecimento mensal ao juízo de origem para informar e justificar suas atividades; obrigação de comparecer a todos os atos judiciais para os quais forem intimados no processo principal; obrigação de informarem ao juízo de origem qualquer mudança e atualização de endereço; e recolhimento domiciliar a partir de 22h”. 
 
Antes de ser solto, o bispo teve três pedidos de habeas corpus negado. A defesa do religioso solicitou a liberação no Superior Tribunal de Justiça (STJ) e no Supremo Tribunal Federal (STF), que entenderam que o sacerdote poderia causar riscos as investigações. No entanto, a liberdade foi concedida pelo Tribunal de Justiça do Estago de Goiás (TJGO).   
 
Apenas o juiz eclesiástico Tiago Wenseslau continua no Presídio de Formosa. De acordo com o advogado dele, Thiago de Pádua, o pedido de liberação dele ainda não foi julgado por questões burocráticas. "A expectativa é de que ele seja liberado ainda nessa quarta. Mas não podemos afirmar nada ainda", frisa.  

 





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