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30/03/2018   

Bispo ladrão de dinheiro dos fiéis e comparsa pedem Habeas Corpus no STF

FATO NOVO

Vendo que o STF virou zona, mais do que ja era, o bispo católico ladrão e cara de pau, Dom José Ronaldo, e o comparsa 'juiz' eclesiástico,Tiago Wenceslau, presos por meter a mão em R$ 2 milhões do dízimo dos crentes  da Diocese de Formosa-GO, pediram, como Lula, um Habeas Corpus para o STF.

Toffoli recebeu o pedido mas se declarou suspeito por motivos pessoais e mandou o HC dos ladrões descarados para Edson Fachin.

A defesa do bispo e do comparsa, safado eclesiático, disse que 'houve constrangimento ilegal na prisão'. O TJ-GO não se manifestou.

Por isso, a defesa dos marginais pediu logo o HC, como fez Lula.

O bispo, o juiz eclesiástico, quatro padres e dois empresários estão presos em uma ala isolada no presídio de Formosa desde o dia 19 de março. Investigações do MP-GO apontam que o grupo teria comprado uma fazenda, carros e uma casa lotérica com recursos desviados. A operação foi batizada de Caifás e culminou com apreensões em Formosa, Posse e Planaltina. (Com G1)


Operação Caifás

O nome da operação foi escolhido considerando que Caifás era o sumo sacerdote quando Jesus foi condenado a morrer na cruz. O MP-GO fez à Justiça pedido de 13 mandados de prisão temporária e 10 de busca e apreensão em residências, igrejas e um mosteiro.

O juiz Fernando Oliveira Samuel concluiu haver necessidade de prisão em nove casos:

  • José Ronaldo Ribeiro, bispo de Formosa
  • Monsenhor Epitácio Cardozo Pereira, vigário-geral da Diocese de Formosa
  • Padre Moacyr Santana, pároco da Catedral Nossa Senhora Imaculada Conceição, Formosa
  • Padre Mário Vieira de Brito, pároco da Paróquia São José Operário, Formosa
  • Padre Tiago Wenceslau, juiz eclesiástico
  • Padre Waldoson José de Melo, pároco da Paróquia Sagrada Família, Posse (GO)
  • Guilherme Frederico Magalhães, secretário da Cúria de Formosa
  • Antônio Rubens Ferreira, empresário suspeito de ser laranja da quadrilha
  • Pedro Henrique Costa Augusto, empersário, suspeito de ser laranja da quadrilha

As prisões temporárias (com validade de cinco dias) aconteceram no dia 19 de fevereiro. Cinco dias depois, o mesmo juiz aceitou a denúncia do MP-GO e os nove, além de outras duas pessoas, se tornaram réus no processo. Além disso, o secretário da Cúria foi liberado, embora continue respondendo ao processo.

 (Com G1)





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