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28/03/2017   

Venezuelanos vendem até camisinhas do ministério da saúde brasileiro na fronteira

O El País mostra como andam as coisas, tragicomicamente, na fronteira do Brasil com a Venezuela>>>

REVEJA -  TUDO SOBRE OS VENEZUELANOS EM RORAIMA

Em uma ponta de Santa Elena de Uairén, cidade venezuelana que faz fronteira com o Brasil, a instrutora de dança Teresa González, 28, montou uma pequena banca.

Ali, ela vende pó de café, açúcar, medicamentos, sabão em pó, macarrão e sabonetes. Parte desses produtos são brasileiros, comprados a um preço mais baixo do outro lado da fronteira na cidade de Pacaraima, em Roraima.

"O macarrão não, porque o nosso macarrão é melhor", diz, orgulhosa. Mas o preservativo, sim. Por 1.500 bolívares (cerca de 1,40 reais), é possível comprar uma unidade do pacotinho roxo com o símbolo do Ministério da Saúde brasileiro e os dizeres "venda proibida".

"Eu não vendia, mas tem um hotel aqui na frente e sempre vinha gente perguntar se tinha", conta Teresa. "Aí eu vi gente distribuindo em Pacaraima, peguei e coloquei à venda". VEJA MAIS NO EL PAÍS





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