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09/08/2018   

Comissão da Câmara nega até toucas para tratamento de câncer nos hospitais públicos

O relator da vergonha, deputado Geraldo Resende (PSDB-MS), disse que o gasto não encontrou espaço dentro da 'previsão orçamentária'.

Mas os aumentos de mega-salários e ultra-marajíces encontram espaço de sobra? PQP!


Como é que é?

Quer dizer que o cidadão que tem o couro arrancado pelos trocentos impostos além de implorar por um tratamento contra o câncer ainda, sem condições na maioria dos casos, terá que comprar a touca hipotérmica.

É uma vergonha.

É cara? Se comprada individual nos Mercado Livre da vida vai custar até R$ 2.300 +-, MAS, E DAÍ? Os hospitais públicos que, DEVERIAM SER BEM EQUIPADOS COM O DINHERO DOS MIL E UM IMPOSTOS, podem muito bem comprar grandes quantidades, barateando o item ajudando quem realmente precisa.

Mas não.

É mais fácil aumentar os salários e as mordomias milionários da politicaiada lazarenta e dos supremos blindadores comparsas de ladrões. Para isso e todas as marajíces, nem que não esteja previsto no orçamento, dão um jeitinho de enfiar lá pro povo pagar.

Mas, para conseguir isso e muito mais como medicamentos, médicos de verdade, hospitais equipados, segurança pública de verdade, estradas, ações para geração de emprego e renda etc etc etc, 'não tem como', alegam os FDP do Congresso vadio.

Até quando Brasil?

DIZ A AGÊNCIA DE NOTÍCIA DA CÂMARA FEDERAL-  A Comissão de Seguridade Social e Família rejeitou na quarta-feira (8) proposta que obrigava hospitais públicos a fornecer toucas hipotérmicas para pacientes em tratamento de câncer sempre que houvesse indicação clínica. O texto rejeitado, que será arquivado, é o do Projeto de Lei 6966/17, do deputado Pedro Cunha Lima (PSDB-PB).

As toucas hipotérmicas e os sistemas de resfriamentos do couro cabeludo são espécies de capacetes que devem ser usados antes, durante e após a infusão de quimioterapia, com o objetivo de diminuir ou evitar a queda de cabelos. As toucas são preenchidas com hidrogel, que pode chegar a temperaturas entre -40°C e -26°C.

FALTA DE PREVISÃO ORÇAMENTÁRIA

Apesar de reconhecer os benefícios da proposta, o relator no colegiado, deputado Geraldo Resende (PSDB-MS), defendeu a rejeição do texto por falta de previsão orçamentária. “Toda vez que este Congresso aprova uma nova obrigação para o Sistema Único de Saúde (SUS) sem definir qual será a fonte de financiamento, os gestores ganham um novo problema e uma nova fonte de ansiedade”, observou Resende.

O relator ponderou ser desejável oferecer aos pacientes as toucas térmicas, mas, segundo ele, a medida sensata e correta é permitir que o SUS se programe para oferecer o produto espontaneamente, na medida de suas possibilidades.

A Comissão de Seguridade Social era a única comissão a analisar a proposta quanto ao mérito, de forma conclusiva. Por isso, conforme o regimento interno da Câmara, o projeto deve ser arquivado, a menos que haja recurso ao Plenário da Câmara dos Deputados.


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(Post de Emerson Rodrigues, blogueiro, editor geral do FCSBR, aos blogues da mídia livre no Brasil e no Exterior [email protected]) 





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