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08/06/2018   

Roubam R$ 4 reais do salário mínimo e aumentam R$ 13 reais no salário dos parlamentares

Parece algo insignificante?

Só se você achar que R$ 17 reais não é dinheiro para nada.

Ou se você achar que esses R$ 17 reais podem ser roubados de boas pelos desgraçados ladrões da República que estão ferrando com a sua vida e a de todos os brasileiros.

UM DADO BEM ESCANDALOSO>>>


REVEJA>>> Desgoverno passa a mão em R$ 1,2 bilhão do salário mínimo


E outra, analisando o subsídio dos senadores, além de aumentarem R$ 13 reais, descontam apenas R$ 621 de INSS, de um salário de R$ 33.763,00 quando na verdade deveria ser descontado, pela alíquota de 11%, R$ 3.713,93 reais.

Na prática, a verdade é só uma:

Povo morre e não se aposenta, enquanto políticos levam até R$ 64 mil por mês


OLHA A MUTRETA, TEXTO COMPLEXO PARA A MÉDIA GERAL, QUE ESTÁ NO SITE DA CÂMARA SOBRE A APOSENTADORIA DOS PARALMENTARES. (ENROLATION PRA JUSFIFICAR AS SAFADEZAS).

Diz o texto dos canalhas:

As regras para aposentadoria dos deputados federais e dos senadores foram alteradas em 1997, com a extinção do Instituto de Previdência dos Congressistas. O Plano de Seguridade Social dos Congressistas (PSSC - Lei 9.506/97) exige, para a concessão integral da aposentadoria, 35 anos de contribuição e 60 anos de idade, sem fazer distinção entre homens e mulheres. Não é possível reduzir a idade de aposentadoria com o tempo excedente de contribuição. Os requisitos de idade mínima e de tempo de contribuição devem ser preenchidos isoladamente.

A lei prevê aposentadoria com proventos proporcionais ao tempo de mandato. Nesse caso, os proventos serão calculados à razão de 1/35 (um trinta e cinco avos) por ano de mandato. Só conta o ano inteiro de mandato/contribuição. Se a contribuição ao INSS somar 23 anos e a contribuição ao PSSC for de 12 anos, por exemplo, a aposentadoria será concedida, mas no percentual de 12/35 do subsídio parlamentar, desde que preenchidos os requisitos de 35 anos de contribuição e 60 anos de idade. Se a contribuição ao PSSC for de apenas um ano, a aposentadoria será de 1/35 do subsídio parlamentar, ou seja, R$ 964,65, valor inferior ao teto da aposentadoria do INSS. Nos valores atuais, só compensa ao parlamentar optar pela aposentadoria do PSSC se ficar pelo menos cinco anos exercendo o mandato e contribuindo para o plano.

A adesão ao PSSC é opcional. Caso o parlamentar não ingresse no plano, ele contribuirá obrigatoriamente para o INSS.

Hoje o valor da contribuição do parlamentar ao PSSC é de R$ 3.713,93, o que corresponde a 11% do valor do subsídio parlamentar atual (R$ 33.763,00).

Essa contribuição é superior ao pago pelos segurados do INSS, cujo valor máximo é R$ 621,04.

 O valor da contribuição paga pela Câmara para o PSSC é igual ao pago pelo deputado (11% do valor do subsídio),

segundo a Lei 9.506/97, art. 12, II. Quando o deputado opta por contribuir para o INSS, a

Câmara paga R$ 7.427,86, o que corresponde a 22% do subsídio parlamentar, conforme regra do regime geral da previdência.

Para completar os 35 anos de contribuição previdenciária, o parlamentar pode averbar o tempo que contribuiu para o INSS e o tempo de mandato eletivo federal, estadual e municipal, que poderá ser contado para o PSSC, desde que ele pague retroativamente a contribuição ao plano, conforme está previsto no artigo 5º da Lei 9.506/97. A averbação de mandato eletivo é sempre onerosa para o parlamentar. Já as contribuições ao INSS servirão apenas para contagem de tempo de contribuição, mas não para cálculo do valor da aposentadoria pelo PSSC.

O parlamentar não pode acumular aposentadorias, independentemente de ter contribuído para o serviço público ou para o INSS. Ele deve optar pela aposentadoria do PSSC, na proporção dos anos de mandato, ou pelo INSS. Por exemplo: se um deputado exerceu 2 anos de mandato, averbou 7 anos de tempo de mandatos eletivos estadual e municipal (com pagamento retroativo das contribuições ao PSSC), averbou tempo de contribuição ao INSS que complete 35 anos de contribuições e tiver 60 anos, ele poderá se aposentar pelo PSSC recebendo 9/35 do subsídio parlamentar. Ou seja, as contribuições ao INSS servem apenas para contagem de tempo de contribuição. (BALÉLA)

O deputado suplente que venha a exercer o mandato pode optar por contribuir ao PSSC e solicitar a aposentadoria, quando completar todos os requisitos de idade e de tempo de contribuição. O valor dos proventos será proporcional ao tempo de exercício do mandato parlamentar, sem distinção se ele assumiu o mandato como titular ou suplente. O suplente geralmente não opta pelo PSSC devido à incerteza do tempo que ficará no cargo, pois a contagem do tempo de contribuição é feita em ano completo, na proporção de 1/35 (um trinta e cinco avos).

O PSSC é um regime próprio de previdência de parlamentares, administrado pela União, por meio de cada uma das Casas do Congresso Nacional, nos moldes do regime próprio dos servidores públicos. Não é uma entidade fechada de previdência e sim um regime orçamentário na modalidade benefício definido e financiado por repartição simples.

LINK FONTE: http://www2.camara.leg.br/comunicacao/assessoria-de-imprensa/aposentadoria-de-deputados

Ou seja, o povo paga todos os absurdos.

Mas, tem gente que acha pouco.


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