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07/03/2018   

Mais Bilhões de reais do FGTS dos trabalhadores para empresas aliadas de politicopatas

Na prática, cinicamente, querem mostrar 'transparência' no roubo descarado do FGTS>>>

O desgoverno e a Caixa , depois de deixarem que bilhões de reais fossem roubados, lavados e até usados para propinoduto do PMDB+PT com todos os demais partidos, agora lança uma baléla de 'concorrência pública', pasmem, que servirá para mostrar o quão 'transparentes' são na liberação de mais dinheiro do trabalhador para empresas de aliados ladrões da República.

Isso ocorre quando o TCU começa a julgar o propinoduto com base numa auditoria, veja aqui.

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Parece coisa surreal, fake news, mas não é.

JULIO WIZIACK FÁBIO FABRINI, DA FOLHA DE SP, RESUME A ÓPERA: Após a descoberta de um esquema de pagamento de propina em troca da liberação de valores bilionários para grandes empresas, a Caixa Econômica Federal decidiu abrir concorrência pública para definir quem recebe o dinheiro da carteira administrada do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço).

Na prática, isso significa que o processo de escolha da empresa contemplada com os recursos, antes restrito aos gabinetes da Caixa, passará a ser público.

A promessa do banco é que, com o novo sistema, só os melhores projetos vão receber o dinheiro do trabalhador e que haverá transparência nas negociações.

A medida, que deve entrar em vigor até o fim de março, é uma tentativa da Caixa de virar a página da Operação Lava Jato, que revelou o esquema de corrupção.

O chamamento público funciona como um pregão. Vence quem dá o melhor lance e todas as propostas são públicas. Em tese, isso tornaria mais difícil o favorecimento de empresas com acesso direto a executivos da Caixa ou a políticos que costumam fazer indicações para os cargos de chefia no banco.

O ex-vice-presidente da Caixa Fábio Cleto contou em sua delação premiada que os esquemas atingiram tanto a carteira administrada do FGTS quanto a do FI-FGTS, fundo administrado pela Caixa com recursos do trabalhador e destina recursos a projetos de infraestrutura.

Foram essas revelações que levaram o TCU (Tribunal de Contas da União) a abrir uma auditoria nos investimentos feitos pela Caixa com recursos da carteira do FGTS. O caso será julgado pelo tribunal nesta quarta-feira (7).

Investimentos de R$ 6,6 bilhões em seis projetos foram considerados irregulares pelos técnicos do tribunal. Desse total, R$ 1,1 bilhão foi destinado para a compra de papéis de dívida (debêntures) emitidos por empresas de saneamento (Aquapolo, Haztec e Essencis), além da Linha Amarela (que explora vias expressas no Rio de Janeiro).

Os R$ 5,5 bilhões restantes foram para a compra de cotas de dois fundos de investimento imobiliários --o Convida Suape, em Pernambuco, e o Porto Maravilha, no Rio de Janeiro.





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