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05/01/2017   

MPF diz que Farc e traficantes fazem o que querem no Brasil. Cadê o Exército nas fronteiras?

Como explicar as fronteiras escancaradas se dizem que o Exército está protegendo as fronteiras?

A denúncia da conexão entre Farc e Narcotraficantes que estão em guerra com o PCC, em auxílio do Comando Vermelho, que resultou na matança entre maníacos em Manaus e que vai engolir as ruas a qualquer momento, é do Ministério Público Federal.

Só não vê quem não quer ou é burro demais para tal.

Como acham que o Narcotráfico, o contrabando, o tráfico de armas e até de pessoas sobrevive no Brasil se não por que as fronteiras estão escancaradas?

Nas suas propagandas, o Exército do General 'Vidas Boas', aquele que diz que o povo é maluco por pedir Intervenção Constitucional antes que seja tarde, afirma que 'a defesa das fronteiras é prioridade'.

E cadê o Exército Brasileiro, as Forças Armadas em geral, que 'não viram' milhares de terroristas e narcotraficantes, (cerca de 200 mil), muitos dos quais vindos da Colômbia, Peru e Bolívia, junto das Farc, aquela guerrilha comunista, atravessarem as fronteiras, se agruparem, treinarem, guerrearem entre si, chegando a tomar presídios, e a estabelecer rota de tráfico em pleno território nacional?

É vista grossa $$$$??? Ou o quê?

Com a palavra o Exército e as Forças Armadas.

VEJA O QUE DIZ O MPF:

FDN (Família do Norte), facção criminosa apontada como responsável pela morte de 60 detentos no último dia 1º, no Amazonas, tem "conexões estreitas" com as Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia).

As informações foram levantadas pela Polícia Federal e pelo MPF (Ministério Público Federal) no Amazonas. Segundo investigações, a facção usava essas conexões para comercializar drogas e e comprar armamento pesado para ser usado no Brasil.

A FDN é considerada a terceira maior facção criminosa do Brasil, atrás do CV (Comando Vermelho) e do PCC (Primeiro Comando da Capital).

Ela atua, primordialmente, na região Norte e tem o controle das principais rotas de escoamento de drogas na região da tríplice fronteira entre o Brasil, Colômbia e Peru. A conexão entre a FDN e as Farc foi apontada pelo MPF nas denúncias contra as principais lideranças da facção brasileira à Justiça Federal no âmbito da Operação La Muralla, que atingiu integrantes da facção em 2014.

Segundo denúncias feitas pelo MPF-AM, o peruano Nelson Flores Collantes, conhecido como "Acuario", é apontado pelas investigações como um dos elos da FDN com as Farc, sobretudo com o braço peruano da organização. Para o MPF, a "proximidade de Acuario" com as Farc "facilitou seu acesso a diversos armamentos" vendidos a integrantes da FDN.

Mensagens de texto interceptadas pela Polícia Federal em 2015 mostram Collantes negociando armas como fuzis AK-47 e submetralhadoras Uzi (de fabricação israelense) com Geomison de Lira Arante, um dos principais integrantes da FDN. Nas mensagens, Collantes deixa claro que as armas seriam entregues a integrantes da facção na cidade peruana de Santa Rosa, na fronteira com o Brasil.

Em outra troca de mensagens interceptada pela PF, um dos principais líderes da facção, João Pinto Carioca, o "João Branco", diz a Geomison que as armas compradas de "Acuario" devem ser usadas nas "missões" da facção na região, referindo-se ao transporte da droga adquirida na Colômbia e no Peru para o Brasil. Geomison, então, concorda.

"Vou botar nas viagens essas armas mano porque tá foda esses leproso no rio", diz uma das mensagens interceptadas.

Segundo o MPF, a preocupação da FDN era com o roubo de carregamentos de drogas por "piratas" que atuam no rio Solimões.

Em outra conversa, "João Branco" chegou a enviar uma foto de um lançador de foguetes comprado pela facção.

Parceria antiga

A parceria entre as Farc e facções criminosas no Brasil é antiga. Durante décadas, a guerrilha foi apontada como fornecedora de armas e drogas para quadrilhas ligadas ao tráfico de entorpecentes no Brasil. A parceria mais conhecida é a aliança entre a chamada "Frente Primeira" das Farc e o Comando Vermelho, facção com a qual a FDN está associada. Apesar de as Farc e o governo colombiano terem anunciado um acordo de paz nos últimos meses, dissidentes da guerrilha ligados à "Frente Primeira", que atuaria em boa parte da fronteira do Brasil com a Colômbia, se recusaram a aceitar os termos do acordo. Entre os dissidentes está Gentil Duarte, antigo membro da cúpula das Farc que foi designado para conduzir a frente rumo ao processo de paz, mas que acabou se juntando aos dissidentes. (Com UOL)





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