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04/10/2016   

Povo morre e não se aposenta, enquanto políticos levam até R$ 64 mil por mês

ATUALIZADO EM 16/03/2017

E o próprio Temer disse que "se não aprovar a reforma da previdência, será obrigado a fazer cortes", REVEJA AQUI.

Ou seja, está mais do que na cara que tudo não passa de manobra para arrancar mais dinheiro do povo para manter super-aposentadorias, mega-pensões, mil e uma mordomias a marajíces sem fim, de cartão rouborativo a banquetes nos Palácios.

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Governo mente para o povo sobre 'rombo da previdência' que não existe

= Temer reclama e diz que se não aprovar reforma 'será obrigado' a fazer cortes

= OPINIÃO DO FCS BRASIL SOBRE A REFORMA DA PREVIDÊNCIA:  Reforma sem cortar super-salários e super-aposentadorias de políticos é engambelação

Povo banca até R$ 64 mil por mês em aposentadorias e pensões a politicopatas

 

= Governo exige que trabalhador tenha 49 anos de contribuição para obter aposentadoria integral

E lá vem a tal reforma da previdência na cabeça do povo.

REVEJA A POST ABAIXO>>>

Tem vários casos de ex-deputados, senadores e governadores que ainda estão na política e que se aposentam com o o máximo de R$ 33,7 mil reais, embora uma média nacional fique entre R$ 14 e R$ 20 mil por mês.

Com salários de senadores e ministros, os marajás levam R$ 64 mil mensais para casa, fora os esquemas e verbas de gabinetes. Se for por na ponta da caneta, tem sujeito levando R$ 200 mil pra casa todo mês, só de pensão, apoesentadoria, salário de ministros, esquemas, verbas, auxílios em geral.

SABEM QUANDO ISSO VAI MUDAR? Quando a maioria parar de idolatrar partidos e políticos, se revoltar, chutar o balde, quebrar tudo e aí começa a mudança de verdade. Até lá, segue o 'mais do mesmo'.

REVEJA>>> A questão agora é a Faxina Geral contra o quadrilhão com políticos de todos os partidos

***A União gasta todo ano R$ 164 milhões para pagar 1.170 aposentadorias e pensões para ex-deputados federais, ex-senadores e dependentes de ex-congressistas, segundo levantamento feito pelo‘Estado’. O valor equivale ao que é despendido para bancar a aposentadoria de 6.780 pessoas com o benefício médio do INSS, de R$ 1.862.

A aposentadoria média de um ex-parlamentar (levando em conta também os que se aposentam proporcionalmente) é de R$ 14,1 mil. Todo reajuste dos salários de deputados e senadores é repassado para as aposentadorias. Com a morte do parlamentar, a viúva ou os filhos (até os 21 anos) passam a receber a pensão. Enquanto o teto do INSS é de R$ 5.189,82, o do plano de seguridade dos congressistas é de R$ 33.763.

Responsável pela condução da proposta da reforma da Previdência, o ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, é aposentado pela Câmara. Ele recebe R$ 19.389,60 por mês, além do salário de R$ 30.934,70 de ministro. Padilha se aposentou com 53 anos, em 1999, depois do seu primeiro mandato de deputado federal pelo Rio Grande do Sul. “Tenho 70 anos e sou aposentado”, limitou-se a dizer o ministro, quando foi procurado para falar sobre o assunto.

Já o ministro da Secretaria de Governo, Geddel Vieira Lima, que terá a missão de angariar votos entre os parlamentares para garantir o quórum para fazer as mudanças na Previdência, aposentou-se, após cinco mandatos na Câmara, em 2011, quando tinha 51 anos. Recebe R$ 20.354,25 de aposentadoria, além do salário de ministro. Procurado, ele não quis comentar.

A Câmara tem 525 ex-deputados aposentados, mas 22 estão com o pagamento do benefício suspenso por estarem exercendo mandato. Já o Senado conta com 70 ex-senadores aposentados, mas 9 deles estão em exercício do mandato e, por isso, não acumulam o benefício com o salário de R$ 33,7 mil.

Esses parlamentares se aposentaram com regras bem mais generosas do que as em vigor atualmente para os congressistas, similares às exigidas no serviço público. Eles contribuíram para o Instituto de Previdência dos Congressistas (IPC), extinto em 1997 após registrar rombo de R$ 520 milhões – atualmente já ultrapassa R$ 2 bilhões, cobertos com o Orçamento da União. Esse plano de previdência permitia que parlamentares se aposentassem a partir de 8 anos de contribuição e com 50 anos de idade.

Atualmente, no INSS são necessários, no mínimo, 15 anos de contribuição e 60/65 anos (mulheres/homens) para se aposentar por idade ou 30/35 anos de contribuição para se aposentar por tempo de serviço.

Mais do que o montante, pequeno perto dos rombos bilionários da Previdência, o que impressiona é que 85% dos gastos com aposentadoria de ex-senadores e ex-deputados foram “contratados” com regras muito acessíveis.

Só deputados e senadores que assumiram a partir de 1999 foram obrigados a cumprir as regras do atual Plano de Seguridade Social dos Congressistas (PSSC), que exige 35 anos de contribuição e um mínimo de 60 anos de idade para pagar a aposentadoria integral.

A equipe técnica responsável pela reforma da Previdência propôs que as regras dos parlamentares também sejam modificadas para convergir com a realidade dos trabalhadores da iniciativa privada e do setor público. Já é consenso que a idade mínima aumentará para 65 anos e se exigirá, no mínimo,25 anos de contribuição, PARA APOSENTADORIA INTEGRAL. ***(Com informações de Estadão)

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