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31/05/2016   

Desemprego é o mais 'brutal' dos últimos 13 anos. Milhões seguem sem dinheiro e endividados

Desemprego só aumenta...

Diz o IBGE que agora passa dos 11,4 milhões desempregados. Então, se o IBGE diz isso, pode jogar uns 25 milhões de pessoas sem trabalho, por baixo.

O que mais pesa, além do desemprego brutal, é a desvalorização da moeda, a quebradeira geral, a desvalorização dos salários, o aumento semanal e quase diário de todas as coisas, especialmente, dos produtos básicos de subsistência das famílias nos supermercados, alta dos combustíveis em face da CIDE e demais taxas. Some-se à isso, a enrolação e os escândalos altamente prejudiciais em Brasília, a previsão de PIB negativo batendo os -4% em 2016, seguindo a mesma trajetória em 2017 e talvez melhorando um pouco em 2018.

Ou seja, teremos anos de desemprego e recessão pela frente.

Mas, a marajíces e as gastanças, o governo não corta. Por quê?

DADOS

A população desocupada bateu os 11,4 milhões e atingiu o maior número da série. Em relação ao trimestre encerrado em janeiro, o contingente cresceu 18,6% e frente ao mesmo trimestre de 2015, subiu 42,1%.

A taxa de desocupação trimestral está subindo há 17 meses consecutivos em comparação ao ano anterior, segundo Cimar Azeredo, coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE. “Para cada posto de trabalho que se perdeu, isso gerou duas procuras de trabalho em um ano”, afirmou. A Pnad entrevista 211 mil domicílios em 3.464 municípios e 15.756 setores do país. (Com G1) (Com foto de Folha de SP)

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Dívida Pública desacelera e mesmo assim chega a quase R$ 3 trilhões de reais???





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