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14/02/2016   

Trabalhadores dizem que falta comida em casa e acampam na frente de empresa falida

O retrato de um Brasil destruído pela ganância, corrupção e cinismo de seus politicopatas>>>

E vai piorar e muito. Enquanto o povo não se levantar e enfrentar os comunopatas, vai comer o pão que o diabo vermelho amassou.

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***Os 342 funcionários demitidos da Mabe, Multinacional mexicana que produz fogões e geladeiras em Campinas (SP) e Hortolândia (SP), estão acampados nas portas das fábricas para evitar a retirada de maquinários após a falência da empresa decretada pela Justiça na sexta-feira (12).

Eles denunciam que foram dispensados sem receber salários e outros direitos trabalhistas no final de 2015. Na segunda-feira (15), os funcionários decidirão em assembleia os rumos do movimento.

FALÊNCIA

A Mabe disse que entrou com um pedido de falência por conta da situação econômica do país e por falta de dinheiro. Informou também que em um primeiro momento pretende pagar Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e liberar o seguro desemprego.

SEM TER O QUE COMER

"Estamos vivendo com a ajuda de familiares, com cesta básica, mas a dificuldade maior é que eu tenho filhos pequenos que precisam de leite, precisam de alimento e até o momento, nada", lamenta o montador de fogões Edilson Ribeiro, sobre o não recebimento dos benefícios.

CARTEIRAS PRESAS

As demissões tiveram início no ano passado e continuaram até janeiro deste ano. Outros 1,5 mil funcionários estão com os contratos suspensos e não receberam parte do 13º, o salário de janeiro e o pagamento de fevereiro. Sem os pagamentos, o Sindicato dos Metalúrgicos não fez as homologações. Desta forma, os trabahadores estão impossibilitados de conseguir um novo emprego. "Infelizmente a gente está tentando se virar como pode.Sou lesionado na empresa e não tenho como arrumar um emprego agora. E ainda estou com a carteira presa", lamenta o prensista Anderson da Silva.

DIFICULDADE DE ACHAR OUTRO EMPREGO

O que os funcionários mais reclamam é da dificuldade em conseguir um novo emprego, por conta da idade e da condição econômica do país. "O momento não é bom, o país vive um momento difícil, uma crise aí estabelecida e aquele que perde o emprego hoje não vai arrumar amanhã um novo", reclama o operador de injetora Gilberto Brito. O operador de máquinas Márcio Gasparotto trabalhou 20 anos na empresa, onde ficou doente e imaginou ter sua estabilidade garantida. Hoje, com a esposa também desempregada, eles sobrevivem com o que restou dentro de casa. "Você pode ver na minha geladeira. Só tem água praticamente. Essa situação se reflete em todos os trabalhadores, a situação é a mesma. Geladeira vazia, dispensa vazia. Esse arroz tem que dar até quando Deus [permitir]... é esse arroz que eu tenho", se emociona. ***(Com informações de G1)

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Aos que às vezes reclamam de palavras fortes, alguns palavrões em nossas opiniões e sempre aparecem com 'mimimis', dizemos o seguinte:
"Sabemos muito bem que a nossa visão das coisas se arrisca a parecer louca: é porque dizemos, rápida e brutalmente o que temos a dizer, da mesma forma que se bate à porta de um dorminhoco quando o tempo urge." (Trecho do livro: "O Despertar dos Mágicos", de Louis Pauwels e Jacques Bergier, 22ª edição, página 93. https://goo.gl/R9Jvq5)
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